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Em fase de crescimento, CBMR quer ser ainda mais representativo

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015 comentários

fontouraPara o biênio 2015/16, o Comitê Brasileiro de Mecânica das Rochas (CBMR) tem grandes desafios. Liderado por Sérgio Fontoura, presidente reeleito, o Comitê da ABMS tem pela frente a organização de dois grandes eventos, o VII Seminário Brasileiro de Mecânica das Rochas (VII SBMR), em 2016, e o Congresso Internacional de Mecânica das Rochas, em 2019. Além disso, o CBMR vai trabalhar na organização de cursos itinerantes de curta duração sobre assuntos ligados à Mecânica das Rochas e na aproximação com jovens engenheiros e estudantes de engenharia. Para Fontoura, no entanto, o grande desafio do Comitê, não apenas para esta gestão mas também para as próximas, é crescer em número de associados e em representatividade junto à comunidade de Mecânica das Rochas no Brasil.

Eventos

Em 2016, o CBMR já tem um grande evento programado – o VII SBMR. Diante da grande demanda, em 2014 foi definido que o evento nacional de Mecânica das Rochas não seria mais realizado de quatro em quatro anos, mas bienalmente, junto com o Cobramseg – Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica. Assim, após o sucesso em Goiânia, em 2014, o Comitê começa desde já os preparativos para o próximo SBMR, em Belo Horizonte, em 2016.

Para 2019, o CBMR tem outro grande evento para organizar: o Congresso Internacional de Mecânica das Rochas, da International Society for Rock Mechanics. Realizado a cada quatro anos pela ISRM, o evento é o maior da entidade e vem pela primeira vez à América do Sul – será realizado em Foz do Iguaçu.

“Esse dois eventos certamente tomarão grande fôlego do Comitê”, afirma Sérgio Fontoura. “Mas, desde o SBMR de 2014, estamos preparando uma forma de organização que visa facilitar o trabalho das próximas comissões organizadoras de congressos. É um caderno de encargos com orientações sobre cada etapa da organização”.

O presidente diz ainda que, mesmo com dois eventos grandes pela frente, o CBMR terá outras atividades importantes ao longo da gestão. Uma delas é a organização de cursos itinerantes de curta duração que serão ministrados em diversas cidades do Brasil, abordando temas relevantes para a Mecânica das Rochas.

Aproximação com o jovem

Desde a última gestão, a Diretoria do Comitê vem trabalhando na aproximação com o jovem. Foi criado um grupo de jovens bastante atuante, que já elaborou páginas em redes sociais para divulgar atividades do CBMR.

No SBMR 2014, o grupo de jovens foi o responsável pela organização do RockBowl, competição de perguntas e respostas sobre Mecânica das Rochas entre estudantes de universidades brasileiras.

Para 2015 e 2016, o Comitê planeja uma aproximação maior também com os jovens engenheiros, com até cinco anos de carreira. “A ideia é organizar palestras que serão proferidas por esses jovens profissionais”, conta Fontoura. “Desta forma, valorizamos esses engenheiros e eles vão se aproximando cada vez mais do CBMR e percebendo os benefícios de fazer parte do Comitê”.

A juventude do CBMR está presente também em sua Diretoria. Da Diretoria atual, três integrantes têm menos de 35 anos e outro tem cerca de 40. “Eu sou o único dinossauro”, brinca o presidente. “A força da juventude é fundamental para trazer novas ideias ao Comitê, novos modos de gestão e comunicação. Além disso, são eles o futuro da nossa entidade”.

Representatividade

O maior desafio do CBMR, desta e das próximas gestão, é aumentar a sua representatividade junto à comunidade técnica brasileira. Em 2015, o Brasil estará muito mais próximo à comunidade internacional de Mecânica das Rochas, pois Eda Quadros, ex-presidente do CBMR, assumirá a presidência da ISRM e Sérgio Fontoura será o vice-presidente da entidade para a América do Sul. “Será uma excelente oportunidade para mostrar o trabalho do Brasil, aprender com o mundo e estreitar laços com a comunidade internacional”, ressalta Fontoura.

No Brasil, o trabalho para aumentar a representatividade vem acontecendo desde a gestão anterior. “Já estamos atuando junto com o Comitê Brasileiro de Túneis (CBT) em palestras e congressos”, conta Sergio. “Somos entidades irmãs e precisamos desta parceria para crescermos juntos”. Para os próximos anos, o trabalho será de aproximação com outras entidades e de ampliação dos contatos com a comunidade técnica.

“Estou encantado e extremamente entusiasmado com essa possibilidade de crescimento”, diz o presidente do CBMR. “Chegará o dia em que, ao falarmos em Mecânica das Rochas, a primeira coisa que virá à cabeça será o Comitê Brasileiro de Mecânica das Rochas”.


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