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Núcleo Rio de Janeiro quer estreitar vínculos com alunos de graduação

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021 comentários

Liderado pelo engenheiro Robson Saramago, o Núcleo Rio de Janeiro da ABMS quer estreitar os laços da entidade com os alunos de graduação, especialmente da área de engenharia. Essa é uma das principais metas do Núcleo para o biênio 2021-2022. Tal aproximação é importante para os próprios alunos que pretendem trilhar o caminho da geotecnia.

A ABMS é fonte inesgotável de conhecimento nessa área, lembra Saramago, e pode contribuir decisivamente para o futuro profissional dos alunos. O estreitamento de vínculos é relevante também para a própria entidade, que precisa estar em sintonia com as novas gerações e falar a linguagem dos jovens.

“A ABMS já é uma associação imensa, com um histórico fantástico”, destaca Robson Saramago. “Queremos e podemos esperar um futuro ainda melhor para a entidade. Essa é a nossa aposta: atrair a atenção dos graduandos e trazê-los para a ABMS”.



Diretoria do Núcleo

A Diretoria Núcleo Rio de Janeiro da ABMS é composta por profissionais experientes no campo acadêmico. O presidente, Robson Saramago, é professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ). A vice-presidente, Bernadete Ragoni Danziger, leciona na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

Já o secretário-geral do Núcleo, Vitor Nascimento Aguiar, é professor da PUC-Rio. Michel da Cunha Tassi, secretário executivo, é professor no Instituto Militar de Engenharia (IME). Já o tesoureiro, Ian Schumann Marques Martins, ex-presidente do Núcleo Rio, leciona no Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).

“A nossa diretoria possui professores lecionando em cinco diferentes universidades. Podemos, por conta disso, atuar diretamente em todas elas. Isso é muito importante para reforçar o vínculo entre a ABMS e os alunos de graduação.” 

Planos para a gestão

Além de buscar diálogo com o aluno de graduação, o Núcleo Rio pretende também alcançar outras metas para o biênio. Para Saramago, será de extrema valia a atuação conjunta e integrada entre os núcleos regionais e destes com a ABMS Nacional.

O objetivo desse tipo de iniciativa é realizar palestras com representantes de cada Núcleo e promover debates de assuntos específicos, sempre com a participação e interação do público. “A pandemia proporciona a oportunidade para que todos os núcleos participem juntos de um só evento”, comenta o presidente. “Não tem mais por que ficar segmentado”.

Com a pandemia, as lives e os webinários se fizeram necessários e ganharam ainda mais força. Saramago torce, no entanto, para a volta dos eventos presenciais assim que a pandemia cessar. “Mesmo com todos os benefícios das lives, espero o retorno do ‘antigo normal’, diz. “Uma das coisas mais importantes dos eventos é o contato, a troca de informações entre profissionais da área, alunos, projetistas e professores”.

Vínculo com a ABMS

Robson Saramago, presidente do
Núcleo Rio de Janeiro

Graduado em engenharia civil, mestre e doutor em geotecnia, Robson Palhas Saramago é professor na Universidade Federal Fluminense e diretor da Terrae Engenharia, empresa de engenharia civil geotécnica, em Niterói, que atua nas áreas de projetos, consultoria, fiscalização e gerenciamento de obras.

Robson Saramago possui ligação com a ABMS desde o início da sua jornada como aluno de graduação na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1989. Durante a graduação, ele teve a oportunidade de assistir aulas ministradas por grandes mestres da engenharia geotécnica e que lhe deixaram marcas profundas.

Um deles é o professor Fernando Emmanuel Barata, presidente da ABMS no biênio 1970-1972, além de outros grandes professores ligados à Associação. “Através dos professores, entendi a importância da ABMS, que é uma excepcional ferramenta de apoio ao crescimento profissional”, sustenta Saramago. “A associação foi decisiva para os caminhos profissionais que segui durante toda a minha carreira”.

Saramago já atuou na Diretoria do Núcleo Rio em 2009. No último biênio, retornou à Diretoria como tesoureiro e, a partir deste ano, assumiu a Presidência.

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